Conímbriga
novembro 09, 2013As ruínas romanas de Conímbriga são uma das maiores estações arqueológicas romanas na Península Ibérica e das melhores preservadas. Localizam-se em Condeixa-a-Nova a cerca de 15 km de Coimbra.
Implantada num planalto na via que ligava "Olisipo" (Lisboa) a "Bracara Augusta" (Braga), Conímbriga apresenta uma planta triangular sendo uma das poucas cidades romanas que conservam a sua muralha.
O sítio teria sido povoado desde o século IX a.C. sendo um castro aquando da sua ocupação pelos romanos em 139 a.C. A maioria das construções remontam ao período compreendido entre o século I a.C. e o século I d.C.
Durante o reinado de César Augusto, no século I d.C., são empreendidas obras de urbanização, é construído o fórum, o anfiteatro e as termas públicas. A cidade cresce e prospera.
No séc. V com as invasões bárbaras a cidade é pilhada e incendiada. A sede episcopal passa para "aeminium" (Coimbra) o que leva ao declínio da cidade, sendo abandonada definitivamente no séc. IX.
As primeiras escavações arqueológicas começaram no séc. XIX e na década de 30 e 40 do séc. XX Virgílio Correia procede a escavações junto à muralha leste pondo a descoberto as termas e Casa dos Repuxos. Grande parte das ruínas ainda se encontra por escavar.
Conímbriga encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910 e para além das ruínas pode visitar-se o Museu Monográfico onde estão expostos objetos encontrados nas escavações.
As primeiras escavações arqueológicas começaram no séc. XIX e na década de 30 e 40 do séc. XX Virgílio Correia procede a escavações junto à muralha leste pondo a descoberto as termas e Casa dos Repuxos. Grande parte das ruínas ainda se encontra por escavar.
Conímbriga encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910 e para além das ruínas pode visitar-se o Museu Monográfico onde estão expostos objetos encontrados nas escavações.
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